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Dia Internacional dos Povos Indígenas

O dia internacional dos povos indígenas foi criado pela ONU e busca garantir autodeterminação e direitos humanos às diversas etnias indígenas do planeta. Ou seja, garantir que os todos os povos determinem livremente sua condição política e que possam buscar seu desenvolvimento econômico, social e cultural.

Durante nosso período de férias, em 2021, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre os Pataxós, povo indígena que vive no sul da Bahia. Vamos contar um pouco sobre essa experiência incrível!

Logo que chegamos na aldeia nos pediram para tirar nossos chinelos para conseguir sentir todo o amor e a energia que vem da mãe natureza. Em seguida, nos deram um banho com ervas medicinais e fizerem uma oração, estes eram para tirar as energias pesadas e negativas de nosso corpo físico, mental e espiritual. Após o banho, nos levaram para dentro da aldeia, onde as crianças desenharam co

mo se fossem tatuagens em nossos braços o que elas sentiam sobre nós. Elas usaram carvão, água e um pedacinho de bamboo bem fininho como pincel. Em mim, Carol, foi desenhado o que significava a “natureza” e na Jé, “mulher guerreira”, que para eles tem um significado muito grandioso.

 

Agora sim fomos liberados para entrar na oca principal. O pajé nos contou um pouco sobre o estilo de vida que eles levam, sobre a comunidade, lendas, costumes, o significado das pinturas na pele e como vivem em harmonia com a natureza, que é de onde tiram todo o seu sustento. Em seguida, participamos de um ritual com danças e cantos Pataxó, foi de arrepiar. Impossível não sentir a energia que estava ali.

No final, houve a degustação de um prato típico: peixe assado na folha de Patioba, banana assada e farinha de mandioca. O peixe é enrolado na folha, e quando em contato com o fogo solta um líquido que tempera o peixe, eles não usam nem sal. Estava uma delícia.

A experiência foi energizante. Saímos de lá leves e com a certeza de que essas pessoas são indispensáveis para a preservação das matas, das florestas, da cultura ancestral. Eles amam tanto a natureza. Eles vivem a natureza. Foi lindo e inspirador.

A visita custou R$70,00 por pessoa, com o peixe incluso.

Chegamos até lá de buggy e nosso guia foi o Luan que sabe muito da história do local e foi um querido com a gente durante todo o passeio, indico sem sombra de dúvidas. Segue o número dele, que também é WhatsApp: (73)99953-8372.

Gratidão por ter vivido esse dia e essa experiência.

Beijinhos de luz, Carol!

*Acompanhe um pouquinho com o vídeo a seguir:

 

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